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02 de junho de 2014 as 00:00 / Geral

Luta contra o tabagismo é foco de palestra em Estação

Tratamento e prevenção do tabagismo e os diferentes males causados pelo cigarro. Esse foi o tema central da palestra realizada na última sexta-feira (30), na Casa da Cultura, em Estação. O convidado para explanar sobre o assunto foi o médico pneumologista, Luís de Lucca. O evento, organizado pela Prefeitura Municipal através da Secretaria de Saúde, fez parte do trabalho dos grupos de atendimento à comunidade por meio das Equipes de Saúde da Família (ESF).
O Vice-prefeito municipal, Daniel Caramori, marcou presença e registrou que “o combate ao tabagismo tem seus valores. Conhecemos diversos males que surgem a partir da convivência com o cigarro. Para os que conseguem vencer o tabagismo, o resultado é muito mais qualidade de vida. Essa ideia precisa ser disseminada”, ressaltou.
Na ocasião também estiveram presentes os integrantes do Grupo de Apoio contra o tabagismo e os alunos do 5º ano da Escola Estadual Maria Nascimento Giacomazzi.
Conforme o especialista, o cigarro foi considerado no passado, uma espécie de artigo de luxo. Já, há 60 anos, surgiu a primeira pesquisa explicando os malefícios do tabaco. “O tabagismo é muito além de um hábito, mas uma dependência química, uma doença e precisa ser tratada”, pontuou Dr. Luís, citando que podem surgir vários problemas graves de saúde a partir do contato com as substâncias liberadas pelo cigarro. Entre os principais males estão as crises de asma, bronquite crônica, enfisema pulmonar, infartos, câncer em várias regiões, tais como pulmões, traquéia, rins, bexiga e boca. “Somente 20% dos pacientes diagnosticados com o câncer de pulmão tem chance de cura, sendo que, normalmente esse problema surge após 20 anos de contato com o cigarro”, comentou o médico.
O consumo de cigarro durante a gravidez também pode causar prejuízos aos bebês.
Outro problema muito sério é o tabagismo passivo, quer dizer, a inalação da fumaça de derivados do tabaco (cigarro, charuto, cigarrilhas, cachimbo e outros produtores de fumaça) por indivíduos não-fumantes, que convivem com fumantes. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a poluição tabagística ambiental (PTA) torna-se ainda mais grave em ambientes fechados.
João Souza comentou que começou a fumar aos 16 anos. Hoje, aos 37, ele luta para deixar o tabagismo e participa há mais de 15 dias do Grupo de Apoio em Estação. “Às vezes quando estamos com algum problema, buscamos refúgio no cigarro e isso é uma grande ilusão, pois ele não acalma e os problemas só irão aumentar. Os jovens precisam se cuidar e evitar o primeiro contato sendo que depois é mais difícil para sair”, destacou.

O tratamento
Para iniciar o tratamento, Dr. Luis ressalta que o principal é ter consciência e vontade de parar de fumar. Em seguida, é preciso procurar ajuda e até mesmo tratamento com medicamentos que irão auxiliar na luta contra o cigarro.

 

Outras informações sobre as ações realizadas pelos Grupos de atendimento à comunidade podem ser obtidas diretamente na Secretaria Municipal de Saúde ou pelo telefone: 3337 2367.

 


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